quarta-feira, 14 de março de 2012

PAULISTÃO TEM RECORDE DE PARTICIPANTES



Com a presença de 19 técnicos, maior número de participantes neste ano de 2012, foi realizada na noite de ontem (13.03.2012), na AABB, a Primeira Fase do Campeonato Paulista de 2012.
Após três rodadas, os grupos e as suas classificações finais ficaram sendo as seguintes:

A

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

GUARANI (Tarcízio)

3

3

0

0

10

0

10

9

SÃO PAULO (Luiz Cláudio)

3

2

0

1

8

4

4

6

AMÉRICA (Alcides)

3

1

0

2

5

8

-3

3

ATIBAIA (Bruno)

3

0

0

3

2

13

-11

0

B

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

PALMEIRAS (Antônio Carlos)

2

1

1

0

5

2

3

4

CORINTHIANS (Jan)

2

1

0

1

3

3

0

3

INTERNACIONAL (Paulão)

2

0

1

1

2

5

-3

1

C

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

PONTE PRETA (José Ricardo)

2

2

0

0

6

0

6

6

ARAÇATUBA (Marcelo Porto)

2

0

1

1

0

3

-3

1

FLAMENGO (Marcelo Vasques)

2

0

1

1

0

3

-3

1

D

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

PORTUGUESA (Paulo César)

2

1

0

1

3

1

2

3

SÃO CAETANO (Roberto)

2

1

0

1

3

4

-1

3

BRAGANTINO (Digão)

2

1

0

1

2

3

-1

3

E

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

JUVENTUS (Edu)

2

2

0

0

7

1

6

6

MIRASSOL (Marcelo Bonfim)

2

1

0

1

2

2

0

3

NOROESTE (Pimentel)

2

0

0

2

0

6

-6

0

F

CLUBES (Técnicos)

J

V

E

D

GF

GC

SG

PG

PAULISTA (Adolpho)

2

1

1

0

5

3

2

4

SANTOS (Caruso)

2

1

1

0

5

4

1

4

ITUANO (Motta)

2

0

0

2

3

6

-3

0


O regulamento do torneio estabelecia que os primeiros colocados de cada grupo estariam automaticamente classificados para a Segunda Fase. Se juntariam a esses os três melhores segundos colocados, que foram São Paulo, Santos e Corinthians.
A Segunda Fase acontecerá no próximo dia 20 de março, a partir das 19:30 horas.
Os grupos da Segunda Fase já são conhecidos e serão formados desta maneira:

G

GUARANI

PORTUGUESA

SANTOS

H

PALMEIRAS

JUVENTUS

SÃO PAULO

I

PONTE PRETA

PAULISTA

CORINTHIANS



segunda-feira, 12 de março de 2012

MEU TIME DE BOTÃO: Vidigal


Como já disse aqui, meu primeiro contato com a regra dos três toques aconteceu numa visita que eu e meu compadre Carlos Gilberto Barbosa (Cagiba) fizemos à casa de José Ricardo Almeida.
Ao saber que havíamos feito inscrição para o IV Torneio Aberto de Futebol de Mesa de Brasília, José Ricardo explicou-nos que deveríamos criar o nome dos nossos times para participar de tal competição. Depois de alguns dias pensando, optei por VIDIGAL, quando teria a oportunidade de matar as saudades do futebol de botão e dos eternos amigos de infância do meu pedaço de mundo: o morro do Vidigal.
Dias depois, descobri, através de nosso amigo Roberval de Paula, que havia uma fábrica em Taguatinga, a Stiloplast, e mandei fazer meu time, mantendo as cores verde, branca e preta do Vidigal Futebol Clube (time onde joguei pelada no Rio de Janeiro), o símbolo e depois de muito estudo, escolhi o nome dos jogadores pela importância de cada um no meu passado. São eles:

1 – PIRIQUITO – O melhor goleiro com o qual tive oportunidade de trabalhar. Não foi jogador profissional por conta da ignorância do pai, achava que ele tinha que trabalhar. Morreu assassinato por um colega depois de se envolver em trabalhos escusos.

2 – CESAR – Meu grande parceiro de futebol e farra. Chegamos a ser cunhados, pois namorei sua irmã Maria Helena. Construímos muita coisa juntos, até futebol de salão na rua asfaltada com paralelepípedos.

3 – BETO – Parceiro no futebol e na praia. Apesar de seu pai, o velho Diniz ser da classe alta, ele e seus irmãos: Zé e Zeca, jamais nos trataram com diferença. Era o Beckenbauer do nosso tempo. Não dava um chutão e como poucos, era excelente nas bolas áreas.

4 – MIRIM – Baiano, torneiro mecânico, bom de bola e viril nas jogadas, mas nunca desleal. Fomos vizinhos e confidentes em nossas andanças nos bailes da vida.

5- POLOCA – Apesar de jogar por menos tempo na posição que era do Ari Gambá. Conquistou vaga em nosso grupo porque, depois que saiu do Unidos foi fiel, ao passo que Gambá foi jogar no Águia achando que lá ia ter mais projeção. Apesar de tudo, no próximo time que confeccionar vou colocá-lo.

6 – JACI – Jogava muito! E, se não bastasse era um exímio nadador e gozador.

7 – GERALDO – Fazia como poucos a função de voltar para auxiliar a defesa. Fazia poucos gols, mas era importante dentro do grupo. Da última vez que encontrei, foi em um verão carioca e ele me levou até o Vidigal em seu taxi.

8 – DINGO – Muito elegante dentro do campo. O nosso Falcão. Meu companheiraço de botão! Fez o gesto mais bonito e mais importante quando saiu para dar a vaga ao Paulada naquela vitória de 3 x 2 sobre o Águia.

9 – TAEL – Como seu cunhado Piriquito, pois ele foi casado com a Vera, também foi assassinato em uma rixa no bairro. Jogou conosco nas conquistas mais importantes dos torneios de bairros fazendo gols decisivos. No final, terminou jogando de zagueiro.

10 – PAULADA – Só teve um adversário que consegui marcá-lo: a cachaça. Somente ela parou o seu talento. Foi considerado um dos melhores atacantes de Futebol de Praia jogando pela equipe do Dinamo, time da Rua Constante Ramos, em Copacabana, Rio de janeiro, dirigido pelo já falecido comediante “Tião Macalé”, Tchan!

11 – LILICO – Dispensa comentários. Para não ficar sem jogar, pois era o eterno reserva do Piriquito, joguei várias vezes na ponta esquerda e estou aí eternizado no Vidigal.

O primeiro jogo da vida do Vidigal Futebol de Mesa aconteceu no dia 27 de março de 1982, na UDF, no IV Torneio Aberto. O Vidigal venceu o Derrota Certa (Voltaire Gomes), por 1 x 0, gol de César, o nº 2.



sábado, 10 de março de 2012

A REGRA É CLARA: O RETORNO DE UM JOGADOR A CAMPO



Por José Ricardo Almeida

Se a nossa regra tem como principal preocupação “desenvolver sobre uma mesa um jogo que busque a similaridade possível com o futebol de campo”, então há algumas providências que precisam ser tomadas para alcançar esse objetivo.
A seção “A Regra é Clara”, além de procurar elucidar dúvidas e padronizar o seu entendimento, também estará emitindo sugestões para serem analisadas em reuniões futuras da Comissão de Regras.

A respeito do retorno de um jogador a campo o que diz atualmente as Regras Oficiais do Futebol de Mesa – 3 Toques:

Art. 29 – JOGADOR FORA DE JOGO

Será considerado fora de jogo o jogador que ultrapassar inteiramente qualquer linha demarcatória do campo (fundo ou lateral). O jogador que sair de campo não poderá ser utilizado pelo seu técnico, salvo para cobrar tiros livres, arremessos laterais ou tiros de canto.

Art. 30 – RETORNO AO JOGO

O jogador que saiu de campo retornará ao jogo, com plena condição de ser utilizado, após uma jogada do seu técnico, observando-se as seguintes condições:

a) Caberá ao árbitro colocar o jogador no local exato em que saiu, com a orla de sua base cobrindo inteiramente a linha, pelo lado de fora. Os jogadores que saírem entre as metas e as linhas das pequenas áreas, retornarão na linha de fundo correspondente, no encontro dela com a linha da pequena área, do lado onde o jogador saiu. Os jogadores que saírem por dentro das metas retornarão da mesma maneira, mas sempre pelo lado direito.

b) Caso outro jogador ou a bola esteja ocupando o lugar exato em que deverá ser recolocado o jogador que saiu, sem que haja um mínimo de distância, o jogador continuará fora de campo até o momento em que o local esteja vago, permitindo o retorno.

Justificativa para a alteração:
Esse lance não tem nada a ver com o futebol. Vocês já imaginaram a situação de um zagueiro de Seleção Brasileira poder ficar alguns minutos de um jogo impedindo o retorno do atacante da Seleção da Alemanha somente porque está “pisando” na linha lateral ou de fundo. Ridículo!
Uma das preocupações será em relação ao referencial, voltar pela direita ou esquerda, de que lado, em relação à defesa ou ao ataque.
Uma das sugestões seria: Se “o jogador que sai por dentro das metas devem retornar sempre pelo lado direito”, caso outro jogador ou a bola esteja ocupando o lugar exato em que deverá ser recolocado o jogador que saiu, sem que haja um mínimo de distância, o jogador retornará sempre do lado direito da bola ou do jogador adversário, a uma distância destes de 3,1 cm (medida menor do palmômetro).
Analisem a situação e também apresentem as suas sugestões.


quarta-feira, 7 de março de 2012

PENSAMENTOS & PALAVRAS: PENSAMENTO POSITIVO PARA OS BOTONISTAS




Na sua edição nº 8, de outubro de 1981, o jornal especializado em futebol de mesa, o K ENTRE NÓS, reproduziu o seguinte pensamento que é bastante apropriado para todos nós botonistas, em qualquer momento de nossas vidas:
“Se se julgar derrotado, derrotado estará; se achar que não tem coragem, nada fará; se quiser vencer, mas pensar que não pode, é quase certo que não poderá; se achar que vai perder, está perdido; pois, por este mundo afora, descobrimos que o sucesso depende da vontade do indivíduo, tudo depende do estado de espírito.
As batalhas da vida nem sempre são vencidas pelo homem mais forte ou mais ligeiro; porém, mais cedo ou mais tarde, quem vence é o homem que acha que pode vencer”.
(Norman Vicent Peale foi um escritor americano de teorias sobre o pensamento positivo, falecido em 1993).


sábado, 3 de março de 2012

BOTONISTA EM FOCO: Roberto Pessoa


Roberto Rodrigues Pessôa nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15 de agosto de 1959. Chegou à Brasília em 1961 e os seus primeiros jogos foram realizados com times que seu pai trouxe do Rio de Janeiro. Sempre jogou botão na regra do leva-leva e só foi ter o primeiro contato com a regra de três toques em 1984.
Ele mora até hoje no Bloco M da SQN 403 e ao passar pelo Bloco L da mesma quadra, viu uma turma jogando botão. Se aproximou e foi recepcionado por Ermânio Farias, que o convidou para fazer parte do quadro de associados do Flama, clube criado por Ermânio.
No dia 24 de fevereiro de 1984, Roberto participou pela primeira vez de um torneio no Flama, o Torneio “Integração”, que contou com a participação de cinco técnicos do Flama e Sérgio Netto, do Ceub, como convidado. Na final, Netto venceu Iuri, por 3 x 1.
Pouco tempo depois, iniciava sua participação em competições oficiais promovidas pela Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, ao integrar a equipe do Flama no 5º Campeonato Brasiliense Interclubes, de 6 de outubro a 8 de dezembro de 1984. Em seu primeiro jogo, no dia 13 de outubro, conseguiu um grande resultado, ao empatar em 1 x 1 com o Lorival, do Liberal. Nos demais três jogos, não obteve bons resultados.
De forma individual, sua primeira competição oficial foi a IV Taça Brasília, no período de 20 de julho a 14 de setembro de 1985, competição em que obteve o 27º lugar entre 36 participantes.
No período em que permaneceu como filiado do Flama, venceu apenas um torneio, do qual não lembra a data. Não esquece, porém, que ganhou na final de 3 x 2 do Eduardo Farias, filho do Ermânio, de virada, pela Copa Natalina.
Depois do Flama, a convite de Sérgio Motta, passou a fazer parte dos filiados da ASBAC, tendo participado do campeonato interno de 1990 e, em 1991, fez parte, juntamente com Álvaro Sampaio, Eduardo Almeida, Sérgio Burnier e Sérgio Motta, da equipe que conquistou o Campeonato Brasiliense de Clubes daquele ano.
Logo depois a equipe da ASBAC foi desfeita e, em 1992, passou a jogar na AABB, onde se encontra até hoje. Neste período, chegou a fazer parte da equipe do Clube Brasília (espécie de divisão interna da AABB).
Em 2001 fez sua estreia num Campeonato Brasileiro, o de Clubes, jogando pela equipe da AABB-3. Não foi feliz em seu primeiro jogo, no dia 28 de abril de 2001, quando foi goleado por Aécio Andrade, do clube Ocidental, por 4 x 0.
Em 29 de junho de 2002, obteve a melhor participação numa competição individual promovida pela Federação Brasiliense. Foi vice-campeão do 6º Challenger, Taça “Sérgio Netto”, perdendo a final para Marcelo Motta (Raça), por 5 x 3.
Em 2008, fez parte da equipe formada por Alcides Figueira Filho, Luciano Sampaio, Marcelo Ferreira, Marcelo Silva e Marcos Mendes, que conquistou a IV Copa Centro-Oeste de Clubes.
Considera como os botonistas que mais o incentivaram Sérgio Motta, José Ricardo Almeida e Walter Morgado. Seus maiores rivais são Sérgio Motta e Jan Buarque.



sexta-feira, 2 de março de 2012

TÚNEL DO TEMPO: o primeiro Campeonato Interno do Serrano


Jan Buarque (Corinthians) venceu o primeiro Campeonato Interno do Serrano, iniciado em maio de 1980.
Jan venceu o primeiro turno com sete vitórias em igual número de jogos. Paulo Nader foi o segundo. Paulo Nader venceu o segundo turno, com apenas uma derrota, justamente para Jan Buarque.
O destaque do segundo turno foi a sensacional goleada registrada no jogo entre irmãos: Jean Buarque Jr. sobre Jan Buarque, por 7 x 1. Este resultado tirou de Jan Buarque o título do segundo turno.
Com isso, fez-se necessária a realização de um jogo-extra. Jan venceu Paulo Nader, por 3 x 2, num jogo emocionante, arbitrado por Walter Morgado.
Nos 57 jogos realizados foram assinalados 250 gols, alcançando-se a excelente média de 4,4 gols por jogo.
A campanha do campeão foi sensacional: ganhou a Taça Eficiência, a de ataque mais positivo (com 56 gols) e a de botão-artilheiro (o nº 9, com 21 gols). Paulo Nader ficou com a de defesa menos vazada, tendo sofrido 20 gols.
A colocação final foi a seguinte: 1º - Jan Buarque (Corinthians), 2º - Paulo Sérgio Nader (Máquina), 3º - Jean Buarque Jr. (Internazionale), 4º - San Tiago Gusmão (Fluminense), 5º - Alcebíades Junior (Boca Juniors), 6º - Erol Luís Lobão (Tarântula), 7º - Sinval Gusmão (Real Madrid) e 8º - Paulo Souza (Mengão).



DO FUNDO DO BAÚ: uma grande arbitragem!




Olhem só que raridade! O nosso Presidente, Domingos Pereira Netto, de palmômetro na mão e com dois (!) óculos, atuando como árbitro do jogo entre Carlos William (cobrando o lateral) e Joaquim Santana (camisa verde e branca).
A foto é do dia 21 de junho de 2007, no Ginásio de Esportes “Ayrton Senna”, na Cidade Ocidental (GO), durante o torneio que comemorou o primeiro ano de vida do Clube Olympico de Futebol de Mesa.



quinta-feira, 1 de março de 2012

ANIVERSARIANTES DO MÊS: MARÇO





Muitos botonistas estarão comemorando aniversário neste mês de março. Parabéns a todos!
São eles:

J  06  J
VALTER DA SILVA SOUZA, o Valtinho, técnico do Aquáticos, ex-botonista do Serrano e hoje morando nos Estados Unidos;

J  07  J
JORGE DIAS GOMES, o Jorginho, técnico do Países, atualmente morador do Rio de Janeiro, e CRISTIANO EDUARDO SILVA, técnico do Força Negra, irmão do nosso amigo Marcelo Silva;

J  09  J
MARCELO FERNANDES FERREIRA, técnico do Izalci, curtindo uma inatividade momentânea;

J  13  J
PAULO SÉRGIO DE SANTANA E CARUSO, o Carusão, técnico do Santos;

J  16  J
Dupla comemoração de palmeirenses: ANTÔNIO CARLOS CALDAS E ALMEIDA, o Toninho, técnico do Verdão, e RENATO RIBEIRO DA ROCHA FILHO, o Renatinho, técnico do Força Verde, que parou de jogar faz um bom tempo;

J  28  J
Triplo aniversário: EDVALDO LOPES GESTEIRA, técnico do Penharol e botonista do antigo Gama, JOSÉ RICARDO CALDAS E ALMEIDA, Zé Ricardo, técnico do Estrela Solitária, e SÉRGIO RICARDO ALVES DE ALMEIDA, técnico do Boa Vista.

L
Também estaria comemorando mais um ano de vida, se ainda estivesse entre nós, DAVID JOSÉ MALCHER LOPES, David Malcher, técnico do Mangueira, que faria aniversário no dia 21 de março.

Caso seu nome ou de algum amigo botonista que você conhece não esteja na lista acima, favor encaminhar os dados biográficos dele para o e-mail: jrca1957@gmail.com.


JOSÉ RICARDO ALMEIDA LIDERA RANKING



Após a realização de dois torneios oficiais, os campeonatos brasiliense e carioca, o técnico José Ricardo Almeida lidera o Ranking de 2012 da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, com 36,67 pontos.
Lembrando que neste ano os torneios são de três níveis e têm pontuação própria, ou seja, Nível 1 – 50 pontos/colocação, Nível 2 – 30/colocação e Nível 3 – 20/colocação.
No caso dos torneios realizados, o brasiliense foi de Nível 3 e o carioca de Nível 2.
Assim está o Ranking 2012 da F.B.F.M.:
 

CP

TÉCNICOS

BRASILIENSE

CARIOCA

TOTAL

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

6,67

30,00

36,67

ADOLPHO PARENTE

20,00

5,00

25,00

PAULO CÉSAR FARIA

3,33

15,00

18,33

TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR

10,00

7,50

17,50

EDUARDO ALMEIDA

10,00

10,00

ALCIDES FIGUEIRA FILHO

4,00

4,29

8,29

ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA

5,00

3,00

8,00

PAULO CARUSO

2,00

6,00

8,00

ANTÔNIO CARLOS PIMENTEL

2,22

3,75

5,97

10º

SÉRGIO MOTTA

2,86

2,73

5,59

11º

LUIZ CLÁUDIO CARUSO

1,54

3,33

4,87

12º

JAN BUARQUE

2,50

1,88

4,38

13º

ROBERTO PESSOA

1,67

2,50

4,17

14º

BRUNO MACHADO

1,82

2,00

3,82

15º

EDWARD MAIA

1,43

1,76

3,19

16º

MARCELO PORTO

2,31

2,31

17º

MARCELO VASQUES

2,14

2,14

18º

PAULO ROBERTO HOLANDA

1,33

1,33

19º

RICARDO MOTTA

1,25

1,25

20º

JOAQUIM SANTANA

1,18

1,18