sábado, 19 de agosto de 2023

MEU TIME DE BOTÃO: Araçatuba





O Araçatuba Futebol de Mesa, time do técnico José Marcelo de Moraes Porto, mais conhecido como Marcelo Porto, começou sua história em 21 de dezembro de 2004, no Torneio “Jingle Bells”, na AABB, embora seu técnico tenha entrado em contato com a regra de três toques nos anos 80 (era filiado ao clube Dos 8 aos 80, criado pelos Castilhos, em Campinas-SP).
Naquela época
, jogava com o time Porto Futebol de Mesa. Apesar de ter disputado algumas partidas esporádicas (inclusive os Brasileiros em Brasília - 1993 – e em São José do Rio Preto – em 2000), o número de jogos (sem sequência) não chega à metade do que jogou somente na temporada de 2005 aqui em Brasília.
Portanto, considera o seu real início nas mesas brasilienses e como estava bem longe de casa, resolveu homenagear o time da sua cidade, tendo na sua escalação alguns jogadores que se destacaram no futebol brasileiro.
Como os botões eram muito antigos, só jogou com esse time no Torneio Independência, em 6 de setembro de 2005, mas logo mandou fazer outros novos (alguns modelos do São Paulo e do Milan).
As
cores originais do Araçatuba são a amarela e a azul e a escalação do time principal é Betinho, Garrinchinha, Mauro, Ivan e Bauer; Benetti, Daércio e Elói; Tuta, Genildo e Luizinho.
Embora tenha tido participações tímidas nos Challengers em 2005, o Araçatuba brilhou nas etapas do Clube Brasília sendo campeão do circuito em seu primeiro ano de disputa.
Mesmo enfrentando adversários cheios de tradição no futebol de mesa, um confronto paulista e familiar nas mesas do DF era considerado o maior clássico do Araçatuba: o embate com o Independente, de Lucas Porto (filho do Marcelo), que evoluiu muito, tornando os jogos equilibradíssimos e cheios de rivalidade. Hoje, Lucas está casado, morando na Europa e o clássico deixou de ser realizado.





quinta-feira, 17 de agosto de 2023

TOQUE DE CLASSE: a "secura" pelo Futebol de Mesa e sua renovação




Por Álvaro Sampaio Filho (em março de 2012)


Nos dias de hoje, será que existe? Será que alguém é tão “fominha” quanto alguns botonistas de duas décadas atrás?
Me recordo que quando voltei a jogar, em 1981, havia aqui em Brasília um grupo significativo de pessoas para quem o futebol de mesa era o “hobby” número um, e o segundo ficava muitos pontos atrás. Eram realizados campeonatos abertos, torneios amistosos, havia clubes organizados e os campeonatos internos desses clubes eram bastante concorridos. Uma das salas da UDF servia como ponto de encontro não só para os “abertos” mas também como sede do clube. Os jogos eram realizados (pasmem) nas tardes de domingo.
Em determinada época, além da UDF, também algumas casas serviam como sedes de clubes. Assim é que tínhamos a Associação, na casa de Walter Morgado. O Alfa, na casa do Álvaro Azevedo. O Ceub, na casa de Sérgio Netto. A Telestar, na sede do clube dos funcionários da Telebrás. O Serrano, lá em Sobradinho. O Guará, no Guará I. E o Ocidental, na Cidade Ocidental. E em todos havia gente suficiente para um bom campeonato interno.
Mas os tempos foram mudando, o progresso foi chegando, como por exemplo o surgimento da TV a cabo e as transmissões esportivas, a internet, novos acontecimentos foram entrando nas vidas das pessoas, como casamentos, novos valores apareceram, como nascimento de filhos e filhas, motivos outros como mudanças para outros Estados, envolvimentos em segmentos como política, igreja, postos de hierarquia no âmbito funcional, enfim, uma série de fatores fizeram com que os hábitos mudassem e os “hobbies” fossem substituídos ou mesmo deixados de lado.
Acresça-se a isso tudo o avanço da idade, a chegada de mazelas inerentes a esse mesmo avanço, o falecimento de alguns botonistas, enfim, muitos fatores contribuíram para que o Futebol de Mesa em Brasília tenha entrado em fase decrescente, no que diz respeito ao número de praticantes (a qualidade técnica continua a mesma, das melhores do Brasil).
Mas a maior parte desse decréscimo, contudo, deve-se à ausência de RENOVAÇÃO. Muitos foram os que se afastaram do movimento (somente em Brasília, mais de 100), e pouquíssimos os que iniciaram e permaneceram nos quadros dos clubes. E essa estatística, com raras exceções, é extensiva ao Brasil inteiro.
E aí surge uma pergunta, por enquanto sem resposta: QUAL O MOTIVO DESSA AUSÊNCIA DE RENOVAÇÃO?



terça-feira, 15 de agosto de 2023

BOTONISTA EM FOCO: Roberto Pessoa


Roberto Rodrigues Pessoa nasceu no Rio de Janeiro (RJ), no dia 15 de agosto de 1959. Chegou à Brasília em 1961 e os seus primeiros jogos foram realizados com times que seu pai trouxe do Rio de Janeiro. Sempre jogou botão na regra do leva-leva e só foi ter o primeiro contato com a regra de três toques em 1984. Ele morou por muito tempo no Bloco M da SQN 403 e ao passar pelo Bloco L da mesma quadra, viu uma turma jogando botão. Se aproximou e foi recepcionado por Ermânio Farias, que o convidou para fazer parte do quadro de associados do Flama, clube criado por Ermânio.
No dia 24 de fevereiro de 1984, Roberto participou pela primeira vez de um torneio no Flama, o Torneio “Integração”, que contou com a participação de cinco técnicos do Flama e Sérgio Netto, do Ceub, como convidado. Na final, Netto venceu Iuri, por 3 x 1.

Pouco tempo depois, iniciava sua participação em competições oficiais promovidas pela Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, ao integrar a equipe do Flama no 5º Campeonato Brasiliense Interclubes, de 6 de outubro a 8 de dezembro de 1984. Em seu primeiro jogo, no dia 13 de outubro, conseguiu um grande resultado, ao empatar em 1 x 1 com o Lorival, do Liberal. Nos demais três jogos, não obteve bons resultados.
De forma individual, sua primeira competição oficial foi a IV Taça Brasília, no período de 20 de julho a 14 de setembro de 1985, competição em que obteve o 27º lugar entre 36 participantes.
No período em que permaneceu como filiado do Flama, venceu apenas um torneio, do qual não lembra a data. Não esquece, porém, que ganhou na final de 3 x 2 do Eduardo Farias, filho do Ermânio, de virada, pela Copa Natalina.
Depois do Flama, a convite de Sérgio Motta, passou a fazer parte dos filiados da ASBAC, tendo participado do campeonato interno de 1990 e, em 1991, fez parte, juntamente com Álvaro Sampaio, Eduardo Almeida, Sérgio Burnier e Sérgio Motta, da equipe que conquistou o Campeonato Brasiliense de Clubes daquele ano.
Logo depois a equipe da ASBAC foi desfeita e, em 1992, passou a jogar na AABB, onde se encontra até hoje. Neste período, chegou a fazer parte da equipe do Clube Brasília (espécie de divisão interna da AABB).
Em 2001 fez sua estreia num Campeonato Brasileiro, o de Clubes, jogando pela equipe da AABB-3. Não foi feliz em seu primeiro jogo, no dia 28 de abril de 2001, quando foi goleado por Aécio Andrade, do clube Ocidental, por 4 x 0.
Em 29 de junho de 2002, obteve a melhor participação numa competição individual promovida pela Federação Brasiliense. Foi vice-campeão do 6º Challenger, Taça “Sérgio Netto”, perdendo a final para Marcelo Motta (Raça), por 5 x 3.
Considera como os botonistas que mais o incentivaram Sérgio Motta, José Ricardo Almeida e Walter Morgado. Seus maiores rivais foram Sérgio Motta e o saudoso Jan Buarque.
Roberto passou muito tempo afastado das mesas. Quando menos se esperava, eis que surgiu no dia 22 de julho de 2023, na Acafuma, para prestigiar o Mundial de Clubes. Como faltaram dois técnicos, acabou participando da competição.
Vamos ver agora se retorna com força total às mesas de Brasília.










domingo, 13 de agosto de 2023

BOTONISTA EM FOCO: Adolpho Parente


Adolpho de Thuin Parente nasceu em Brasília (DF), no dia 13 de agosto de 1981.
Desde a sua infância foi sócio da AABB-Brasília. Jogou nas escolinhas de futebol de salão e na adolescência jogava “pelada” no campo de futebol society, além de adorar nadar no clube.
Se preparando para comemorar mais um “Dia dos Pais”, Adolpho foi até a loja Só Tricolor comprar um presente para o seu pai, Márcio Parente, torcedor “doente” do Fluminense carioca. Ao chegar na loja, enquanto observava as opções para o presente, se deparou com um time de botão, Real Madrid (Os Galácticos), com arte embutida. Até aquele momento ele só conhecia os botões de galalite, com os quais já tinha jogado na infância com o pessoal da sua quadra e os botões do seu pai, que já eram da regra 3 Toques, porém, dos anos 80.

Achou o time do Real Madrid fantástico! Imediatamente perguntou para o vendedor se ele conhecia alguém que jogasse com botões iguais àqueles? Para sua imensa surpresa, ele respondeu dizendo que tinha um pessoal que jogava na AABB. Quase caiu para trás!!! Sempre frequentou o clube, sempre gostou de botões e nunca tinha visto ninguém jogando na AABB.
Agradeceu o vendedor pela dica, comprou o presente do seu pai e foi direto para AABB, checar aquela informação. Lá, encontrou o Sérgio Motta, sentado, e pronto para receber mais um novato!
Após as primeiras “lições” sobre a nova regra e depois de intensivo treinamento, mostrando muita determinação, aproveitava todo tempo livre para aprender sempre um pouco mais, levando a todos que o conheceram que ali estava nascendo um novo craque na regra dos 3 Toques.

No mesmo mês que Adolpho redescobriu o futebol de mesa em Brasília, criou o seu time Cavalo de Tróia e fez sua estreia em competições oficiais promovidas pela Federação Brasiliense de Futebol de Mesa.
Abrimos um parêntese para contar como surgiu o time do Adolpho. O fator mais importante para que quisesse criar seu próprio time foram as histórias que seu pai, Márcio Parente, como dissemos anteriormente ex-botonista da regra 3 Toques, contava sobre o Dragão Negro, time do saudoso Walter Morgado. Escolheu como símbolo para seu time de botões o “Cavallino Rampante”, famoso símbolo da equipe de Fórmula 1, Ferrari, um cavalo negro sobre um fundo amarelo, normalmente com as letras SF de Scuderia Ferrari, por ser um apaixonado por F-1, por considerar um lindo símbolo e por adorar cavalos.

Posteriormente, decidiu fazer uma escalação homenageando os grandes cavalos da história e outros famosos, graças à afinidade criada entre os craques de quatro patas e seu técnico, que faz questão de prestigiá-los “gritando” seus nomes sempre que fazem gols. A referida escalação é a seguinte: 1. Ribot, 2. Tornado, 3. Incitatus, 4. Comanche, 5. Vizir, 6. Pegasus, 7. Herói, 8. Baloubet du Rouet, 9. Pé de Pano, 10. Bucéfalo, 11. Silver, 12. Ferrari, 13. Pepe Legal. 14. Mustang e 15. Faísca.
Já com o nome de Cavalo de Tróia nos registros da FBFM, sua estreia aconteceu em 11 de junho de 2005, o 13º Challenger deste ano, quando terminou na sétima colocação. Isso aconteceu contra Leonardo Penna (Axé), hoje residindo em Salvador-BA, resultando no empate em 1 x 1. Em seu segundo jogo válido pelo torneio, foi derrotado por Antônio Carlos Almeida (Verdão) e não se classificou para a fase seguinte.
O primeiro título de campeão viria apenas em 2007, o do 16º Campeonato Brasiliense Interclubes, quando defendeu as cores do Planalto, juntamente com Tarcízio, Edu, Luiz Claudio e Paulão.
De forma individual, o primeiro grito de campeão aconteceu na 5ª Copa Planalto, realizada nos dias 1º e 4 de setembro de 2007.

Depois, viriam muitos outros títulos, tais como o Brasiliense Interclubes de 2007, a Federation Cup, de 2008, a Taça Dom Bosco, de 2009, a Copa do Mundo, de 2010, a Copa dos Campeões, de 2011, a Copa DF e a Champions League, de 2016, só para citar alguns.
Em 2016, Adolpho transferiu-se para a ACAFUMA-Águas Claras Associação de Futebol de Mesa e Arte, onde, no mesmo ano, conquistou o 1º Campeonato Interno do mais novo clube do DF.
Em 2018, sagrou-se campeão da 33ª Taça Brasília.
No ano passado, mais precisamente nos dias 19 e 20 de novembro de 2022, alcançaria sua maior conquista, ao vencer o Campeonato Brasileiro Individual, na competição realizada na AABB-Brasília.
Não demorou muito para pouco tempo depois alcançar outro grande título, desta vez em equipe. Teve participação decisiva na conquista, por parte da Acafuma, do título de Campeão Brasileiro Interclubes, junto com Caruso, Digão, Magno, Tarcízio e Thiago. A competição foi realizada de 21 a 23 de abril de 2023.











sexta-feira, 11 de agosto de 2023

CLUBES DE BRASÍLIA: UDF


O CREM/UDF (Clube Recreativo de Esportes de Mesa – CREM, ligado à UDF – Universidade do Distrito Federal) começou a nascer quando José Ricardo Almeida leu a coluna “Botões na Mesa”, do jornal A Gazeta Esportiva, de São Paulo, solicitando orientação de como proceder para criar um clube de futebol de mesa aqui em Brasília.
Dias depois, recebeu resposta dos clubes Associação Galaxia Petlem, do G. R. Riachuelo e da ASCLUBO, todos incentivando-o para levasse à frente sua ideia.
Pelo G. R. Riachuelo, o amigo Paulo Aissum disse saber da existência de um clube de botões em Brasília, no Ceub.
No sábado, dia 23 de setembro de 1979, José Ricardo foi ao Ceub e procurou o tal clube de botões. Ninguém soube informar.
Quando já ia saindo da faculdade, já meio sem esperança, resolveu pegar um exemplar do jornal “Esquina”, editado pelo Laboratório de Comunicações do Ceub. Com grande surpresa e satisfação, lá estava uma reportagem com o saudoso Sérgio Netto, onde ele dizia que estava sendo estudada a possibilidade de ser criada uma Liga de futebol de mesa entre o Ceub e a UDF.
Na segunda-feira, dia 25, antes de ir para a aula na UDF, José Ricardo foi ao CEFER. Lá chegando, falou com o Sr. Enoch. Conversaram sobre a possibilidade de montar um clube de futebol de mesa. Foi aí que o Sr. Enoch disse que havia um grupo de pessoas que já tinha demonstrado o mesmo interesse. José Ricardo deixou seu nome e telefone e, no dia seguinte, terça-feira, 26 de setembro, o Ranieri Silvano entrou em contato com José Ricardo, marcando um encontro para àquela noite. Deste encontro também tomou parte João Alvino Paiva Resende.
Daí, para a criação do clube, foi um pulo. No dia 28 de setembro, João Resende foi até a casa de José Ricardo, com o objetivo de transportar uma mesa da Brianezzi (nominada Serra Dourada) da casa deste para uma sala da UDF, a de número 59.
No sábado, dia 30 de setembro, aconteceu a grande reunião para fundação do clube. Após as primeiras “aulas” de organização com o Professor Márcio Da Rós que, juntamente com Sérgio Netto, ambos do Ceub, haviam sido convidados para aquela reunião.
Então foram realizadas eleições no mesmo dia, com a presença dos 11 sócios fundadores: Antônio Carlos Almeida, André Fernando Almeida, Antônio Resende (Tuniquinho), Eduardo Almeida, João Resende, José Ricardo Almeida, José Silvano, Márcio Da Rós, Ranieri Silvano, Rossini Nascimento e Sérgio Netto.
A primeira diretoria do CREM/UDF ficou assim: Presidente – José Silvano; Vice-Presidente – José Ricardo Almeida; Secretário – Márcio Da Rós; Tesoureiro – João Resende e Diretor de Patrimônio – Ranieri Silvano.
Depois de terminadas as eleições, foi realizado o jogo inaugural do novo clube, um amistoso pela regra de um toque, com um sensacional Fla-Flu: João Resende (Flamengo) 2 x 0 Fluminense (Márcio Da Rós).
Neste mesmo dia teve início o primeiro Campeonato Interno de Futebol de Mesa do CREM/UDF, com a participação dos 11 técnicos, ainda pela regra de um toque. O primeiro campeão foi José Ricardo Almeida.
A UDF foi a maior responsável pelo desenvolvimento do futebol de mesa em Brasília. Logo depois do primeiro interno, sediou, nos dias 1, 2 e 3 de novembro, o Torneio Rio-Brasília, envolvendo oito técnicos do Rio de Janeiro e 8 de Brasília, competição promovida com a finalidade de aprendizagem, por parte dos técnicos brasilienses, da regra dos três toques. Para tanto, foram levadas para a UDF outras mesas além da cedida por José Ricardo. Foram duas emprestadas pelo Ceub (Ribão e Ceubão) e uma outra que pertencia ao João Resende.
A UDF também foi sede dos jogos válidos pelo 1º Torneio Aberto de Futebol de Mesa de Brasília, competição que serviu de vez para a consolidação do esporte na Capital Federal. Dentre os inscritos no Torneio saíram os fundadores do Serrano e da Telestar e do retorno às competições da Associação e do Ceub.
Vendo o crescimento do clube, não demorou muito para João Resende providenciar, junto à marcenaria da UDF, a confecção de duas mesas oficiais, de nomes Antônio de Farias e Bola Preta. Assim, a UDF passou a contar com quatro mesas para os seus jogos. Por muito tempo a UDF foi sede de diversos torneios, inclusive interestaduais.
A UDF, com a dupla de irmãos Antônio Carlos e José Ricardo, foi o primeiro clube de Brasília a vencer um campeonato brasileiro, em 1982.
Venceu em duas ocasiões o Campeonato Brasiliense Interclubes, nos anos de 1981 (ainda com a dupla Antônio Carlos e José Ricardo) e 1983 (quando quatro técnicos revezavam nas mesas e foi representada por Antônio Carlos, Eduardo Almeida, João Resende, José Ricardo Almeida, Luiz Cláudio Caruso e Paulo Caruso).
Paralisou suas atividades no ano de 1984, logo depois da realização de seu sexto campeonato interno (encerrado em 15 de julho) quando a direção da UDF comunicou que, por conta de um crescimento no número de cursos e de alunos a sala do futebol de mesa deveria ser desocupada.
Dentre todos os botonistas que lutaram pela manutenção do futebol de mesa na UDF, sem querer desmerecer ninguém, temos que destacar a figura do saudoso João Alvino Paiva Resende, que nunca mediu esforços para ver a UDF se tornar um grande clube de futebol de mesa.


quarta-feira, 9 de agosto de 2023

MEU TIME DE BOTÃO: Eldorado



Jean Buarque Junior chegou a ter 52 times, tanto do Brasil quando da Europa.
Entre os de acrílico seu primeiro time era chamado de Dragões Tricolores, metade em vermelho e a outra metade em verde, com a seguinte escalação: 1. Castilho, 2. Píndaro, 3. Pinheiro, 4. Fortes, 5. Machado, 6. Bigode, 7. Telê, 8. Didi, 9. Carlyle, 10. Welfare e 11. Escurinho. Os reservas eram Romeu, Tim e Waldo.
Em janeiro de 1980, surgiu o primeiro Eldorado, todo preto, com o qual Jean foi campeão brasileiro interclubes de 1983, junto com Paulo Caruso. A escalação era com base nos melhores jogadores do futebol mundial na época e era essa: 45. Dasaev, 2. Paul O’Neal, 3. Figueroa, 4. Cabrini, 5. Alves, 6. Pezzey, 7. Simonsen, 8. Falcão, 9. Krankl, 10. Ruben Paz e 11. Resenbrink. Os reservas eram: 22. Paulo Victor, 12. Scirea, 13. De León, 14. Maradona, 15. Prohaska, 16. Littbarski, 17. Gary Shaw, 18. Ramon Díaz, 19. Van der Berg, 20. Schuster e 21. Didier Six.
Na época, todos os botonistas de Brasília usavam a criatividade para personalizar seus times. O nome Eldorado é baseado numa lenda que falava de uma cidade que foi toda feita de ouro. Depois de reunir os craques mais caros do futebol mundial, Jean achou que era uma boa homenagem ao seu novo time.
Posteriormente, passou a jogar com o Eldorado marrom, com essa escalação:
22. Deola, 2. Diogo, 3. Figueroa, 4. Briegel, 5. Schuster, 6. Pezzey, 7. Simonsen, 8. Romerito, 9. Krankl, 10. Maradona e 11. Resenbrink.
Os reservas são: 45. Dasaev, 12. Paul O’Neal, 13. De León, 14. Branco, 15. Litimanen, 16. Passarella, 17. Laudrup, 18. Brady, 19. Lineker e 20. Ian Rush.
Depois, passou a jogar com um Palmeiras vermelho, emprestado pelo amigo palmeirense Toninho, com essa escalação (Palmeiras de 2013/2014): 1. Deola, 2. Wendell, 3. Lúcio, 4. Tobio, 5. Eguren, 6. Juninho, 7. Diogo, 8. Mendieta, 9. Leandro, 10. Valdivia e 11 Wesley. Reservas: Cristaldo (14) e Henrique (20).
Hoje em dia tem jogado mais vezes com o time do Serrano, onde são escalados os amigos que conheceu nesse clube de futebol de mesa de Sobradinho, reforçado por outros amigos da época.






domingo, 6 de agosto de 2023

PODIUM DA FEDERATION CUP


A Federation Cup foi disputada pela primeira vez no ano de 2007.
Foi criada para homenagear a Federação Brasiliense de Futebol de Mesa.
Inicialmente era realizada em novembro, mês em que foi fundada a FBFM.
Foi disputada de forma regular de 2007 a 2013. De 2014 a 2021, não foi mais realizada.
Passou por um período sem ser disputada.
Retornou em 2022.
No próximo sábado, 12 de agosto de 2023, será promovida a nona edição.
Confiram os três primeiros colocados das oito edições da Federation Cup:

ANO

CAMPEÃO

VICE-CAMPEÃO

3º LUGAR

2007

TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR

EDUARDO ALMEIDA

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

2008

ADOLPHO PARENTE

PAULO CÉSAR FARIA

RICARDO MOTTA

2009

LUIZ CLAUDIO CARUSO

ADOLPHO PARENTE

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

2010

TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR

EDUARDO ALMEIDA

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

2011

MARCELO SILVA

ALCIDES FIGUEIRA FILHO

PAULO CÉSAR FARIA

2012

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

PAULO CARUSO

SÉRGIO MOTTA

2013

ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA

JOSÉ RICARDO ALMEIDA

ALCIDES FIGUEIRA FILHO

2022

ALCIDES FIGUEIRA FILHO

TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR

PAULO CÉSAR FARIA




sexta-feira, 4 de agosto de 2023

DO FUNDO DO BAÚ: UDF no Brasiliense Interclubes de 1980



Equipe da UDF, vice-campeã do Brasiliense Interclubes de Futebol de Mesa de 1980. 
Da esquerda para a direita: João Resende, Paulo Caruso, Guairacá Nunes e José Ricardo Almeida.

quarta-feira, 2 de agosto de 2023

O QUE ACONTECEU NO FUTEBOL DE MESA BRASILIENSE HÁ 40 ANOS (01 a 31.08.1983)

 

01
Luciano Augusto Duarte Cheberle completava sete anos de vida!

06
Quatorze técnicos começaram a disputar o Torneio Interestadual Guará/Ocidental. Foram eles: Adinalino Reis, Álvaro Lobo, Antônio Carlos Batista, Antônio Carlos Pimentel, Carlos Gilberto Barbosa, Edilson Gesteira, Jorge Dias, Luís, Nilton Lopes, Paulo Airton, Renato Rocha, Ricardo, Roberval de Paula, Sebastião Silva e William Gomes.

07
Com jogos nas sedes da Associação, Serrano e UDF, teve início a Segunda Fase da Taça Brasília de Futebol de Mesa. Os grupos estavam assim formados:
H – Álvaro Sampaio, Carlos Gilberto, José Ricardo Almeida e Paulo Nader;
I – Jan Buarque, José Carlos Libório, Paulo César Faria e Walter Morgado;
J – Álvaro Azevedo, Antônio Carlos Pimentel, José Roberto Calaça e Sérgio Motta;
K – Antônio Carlos Batista, Márcio Parente, Sérgio Gusmão e Sinval Gusmão.

13
Adolpho de Thuin Parente completou dois anos de vida!

14
Definidos os técnicos classificados para a Terceira Fase da Taça Brasília. Foram eles:
Grupo H – José Ricardo Almeida e Paulo Nader;
Grupo I – Jan Buarque e José Carlos Libório;
Grupo J – Álvaro Azevedo e Antônio Carlos Pimentel;
Grupo K – Márcio Parente e Sinval Gusmão.

15
Fez aniversário Roberto Rodrigues Pessôa. Era o 24º ano de sua existência!

20
Começou a terceira fase (semifinal) da Taça Brasília com a realização de jogos nas sedes do Serrano e da UDF. Os grupos estavam assim formados: Grupo L (na UDF) – Álvaro Azevedo, José Carlos Libório, José Ricardo Almeida e Márcio Parente e Grupo M (no Serrano) – Antônio Carlos Pimentel, Jan Buarque, Paulo Nader e Sinval Gusmão.

Também no dia 20 de agosto de 1983, Antônio Carlos Pimentel e o seu Vidigal alcançaram a marca do milésimo gol na regra dos três toques.

24
Miguel Gustavo Morais de Souza apagou 16 velinhas no bolo de seu aniversário!

25
Dez técnicos, sendo cinco do Guará (Adinalino Reis, Álvaro Lobo, Antônio Carlos Pimentel, Nilton Lopes e Roberval de Paula) e cinco do Alfa (Álvaro Azevedo, Álvaro Sampaio, Fernando Azevedo, Paulo César Faria e Sérgio Motta) passam a disputar a segunda edição do Torneio Guará/Alfa.

26
Carlos William Uchoa Coqueiro Junior alcançou seus 21 anos de idade! Ave César!

27
Foram definidos os técnicos classificados para o quadrangular decisivo da Taça Brasília. No Grupo L, José Ricardo Almeida e Álvaro Azevedo, e no Grupo M, Jan Buarque e Paulo Nader.

28
Inimá José Valente Junior comemorou seu aniversário de cinco anos!