quarta-feira, 25 de abril de 2012

BAHIA É O GRANDE CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL


Tarcízio, à esquerda, vice-campeão, e Eduardo, o campeão

O Bahia, de Eduardo Almeida, é o grande campeão da Copa do Brasil 2012.
A competição foi encerrada na noite da última terça-feira (24.04), com a realização da Fase Final.
A decisão da Copa do Brasil reuniu Eduardo Almeida, representando o Bahia, de Salvador (BA), e Tarcízio Dinoá Junior, defendendo as cores do Penarol, do Amazonas.
No primeiro jogo, com mando de campo do Penarol, o Bahia conseguiu um grande resultado: vitória de 4 x 2.
Para o segundo jogo, na “casa” do Bahia, o único resultado que tiraria o título do tricolor baiano seria uma derrota por três ou mais gols de diferença.
E o título quase escapa. Numa reação sensacional, o Penarol chegou a marcar 3 x 0. Mas, um gol “espírita” do Bahia, no segundo tempo, decretou o placar final em 3 x 1 a favor do Penarol, resultado que deu o título ao Bahia pelo critério de maior número de gols marcados na “casa” do adversário.
A decisão do 3º lugar foi entre Santos, de Paulo Caruso, e Leônico, de José Ricardo Almeida. No primeiro jogo, vitória do Santos por 1 x 0. No segundo, o Leônico até que reagiu, marcando 1 x 0 ao final do 1º tempo. Na segunda fase do jogo, deu tudo certo para o Santos, que venceu de forma folgada por 4 x 1.
Vitória, de Antônio Carlos Almeida, e Bangu, de Paulo César Faria, decidiram o quinto lugar. No primeiro jogo, na “casa” do Bangu, o Vitória praticamente garantiu a melhor colocação após aplicar 5 x 2 em seu adversário. No segundo jogo, empate em 2 x 2.
Também tivemos empate e goleada na disputa pelo 7º lugar, entre São Paulo, de Luiz Cláudio Caruso, e Tiradentes, de Adolpho Parente. O empate aconteceu no 1º jogo (1 x 1). No segundo, o São Paulo venceu por 6 x 2.
Na decisão do 9º lugar, Antônio Carlos Pimentel (Vasco da Gama) não compareceu. O beneficiado foi Alcides Figueira Filho (Palmeiras).
Araçatuba, de Marcelo Porto, e Flamengo, de Roberto Pessoa, decidiram o 11º lugar. Após duas vitórias (2 x 0 e 4 x 0), o Araçatuba ficou com a melhor colocação.
O Atlético Paranaense, de Sérgio Motta, também venceu seus dois jogos (ambos por 2 x 1) contra o Serrano, de Bruno Machado, ficando com o 13º lugar.
E no jogo que decidiria o 15º e o 16º lugares, entre Rodrigo Caruso (América) e Marcelo Vasques (Legião), este último não compareceu, ficando a décima-quinta posição com Digão.
A classificação final da Copa do Brasil foi a seguinte:

CF
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
BAHIA (Eduardo)
8
7
0
1
21
9
12
21
PENAROL (Tarcízio)
8
6
0
2
19
9
10
18
SANTOS (Caruso)
8
4
2
2
12
7
5
14
LEÔNICO (José Ricardo)
8
4
1
3
9
7
2
13
VITÓRIA (Antônio Carlos)
8
4
1
3
14
12
2
13
BANGU (Paulo César)
8
4
1
3
15
14
1
13
SÃO PAULO (Luiz Cláudio)
8
2
2
4
11
13
-2
8
TIRADENTES (Adolpho)
8
2
2
4
13
16
-3
8
PALMEIRAS (Alcides)
8
6
1
1
18
6
12
19
10º
VASCO DA GAMA (Pimentel)
8
3
0
5
13
14
-1
9
11º
ARAÇATUBA (Marcelo Porto)
8
4
0
4
12
14
-2
12
12º
FLAMENGO (Roberto)
8
2
1
5
6
17
-11
7
13º
ATLÉTICO-PR (Motta)
8
4
1
3
9
11
-2
13
14º
SERRANO (Bruno)
8
2
1
5
10
14
-4
7
15º
AMÉRICA (Digão)
8
2
1
5
6
12
-6
7
16º
LEGIÃO (Marcelo Vasques)
8
1
0
7
8
21
-13
3

segunda-feira, 23 de abril de 2012

PAULO CÉSAR VENCE TORNEIO JB/53

Para comemorar seus 53 anos de vida, Jan Buarque promoveu no último dia 21 de abril (dia do seu aniversário) o Torneio JB/53.
Onze técnicos prestigiaram o evento. O maior destaque foi o retorno de Marcelo Motta (Raça) que fez uma boa campanha e chegou até a final, quando sofreu sua única derrota na competição, perdendo de 2 x 0 para Paulo César Faria (Amigos).
Na primeira fase, os onze inscritos foram divididos em três grupos, que apresentaram as seguintes classificações finais:
Grupo A – 1º Jan Buarque (Corinthians), 7 pontos ganhos (saldo de seis gols); 2º Marcelo Motta (Raça), 7 (saldo de quatro); 3º Rodrigo Caruso (Meninos da Vila), 3 e 4º Marcelo Vasques (Fla-Barça), 0.
Grupo B – 1º Adolpho Parente (Cavalo de Tróia), 5; 2º Marcos Mendes (Gladiadores), 4; 3º Sérgio Motta (Mengole), 4 e 4º Bruno Machado (Serrano), 2.
Grupo C – 1º Paulo César Faria (Amigos), 6; 2º Paulo Roberto Holanda (Leão do Norte), 3 e 3º Roberto Pessoa (Napoli), 0.
Conforme estabelecido no regulamento do torneio, classificavam-se para as semifinais os primeiros colocados de cada grupo e o melhor entre os segundos (Marcelo Motta).
As semifinais apresentaram os seguintes resultados: Amigos 3 x 0 Corinthians e Cavalo de Tróia 2 x 2 Raça (o empate favoreceu o Raça, que tinha melhor campanha no torneio).
Na final, como já dissemos, Paulo César marcou 2 x 0 sobre Marcelo Motta e sagrou-se campeão do torneio.
Os demais classificados foram: 3º Jan Buarque; 4º Adolpho Parente; 5º Marcos Mendes; 6º Sérgio Motta; 7º Rodrigo Caruso; 8º Paulo Roberto Holanda; 9º Bruno Machado; 10º Roberto Pessoa e 11º Marcelo Vasques.
Parabéns, PC! Parabéns, Jan Buarque!

domingo, 22 de abril de 2012

FUTEBOL DE TUCUMÃ: TEORIA E PRÁTICA


Esse texto foi escrito pelo poeta Anibal Beça e publicado no nº 3 da revista Amazônia 21, editada em dezembro de 1999.
Estou transcrevendo na íntegra em homenagem ao nosso técnico amazonense Tarcízio Dinoá Junior.

O sonho da maioria das crianças brasileiras é se tornar um craque de futebol. Ou pelo menos um bambambã das peladas de rua. Não cheguei a ser nenhuma coisa nem outra. Sempre fui desprovido de habilidade com a bola. Não todas as bolas. No basquete e no tênis andei dando as minhas caçapadas e raquetadas. O Pavão (irmão do Mark Clark), e o Fubica (pai do iluminador Batata), estão aí e podem confirmar que não estou mentindo. Mas havia uma possibilidade, para aqueles que não mantinham intimidade com a popular redonda, de se sobressair e se impor. A salvação dos pernas-de-pau: o futebol de botão.
Vejo, com certa melancolia, que o jogo não é mais praticado da maneira que praticávamos. (Décadas de 50 e 60). As facilidades eletrônicas, ao que parece, exercem mais fascínio às crianças de hoje. É natural, são da geração hi tech, do computador globalizado. Hoje, o futebol de botão ou de totó, é praticado frente ao monitor de vídeo. Tudo muito asséptico e sem exigir muito esforço. Não sei se isso é bom ou ruim. Deixo o julgamento para os pedagogos e os psicólogos.
O que sei mesmo, com certeza, é que o nosso jogo de botão era acessível a todos, aos do centro e aos dos bairros, a ricos e pobres. Portanto, mais abrangente, bem mais barato e também mais criativo. Exigindo outras habilidades e informações que nos acompanham até hoje. Verdadeira lição ao ar livre. Discípulos socráticos sem sabermos, aprendíamos de tudo para confeccionar nossos times. Acredito até, que muitas recomendações atuais sobre o meio ambiente e ecologia (palavras que não se ouviam) já a praticávamos intuitivamente.
Tudo era feito por temporada. Obedecíamos um calendário que se regia naturalmente, mas sempre coincidindo com as férias escolares: do meio de ano e de final de ano. Havia o tempo dos papagaios, dos canga-pés, dos piões e, principalmente, dos botões de tucumã. O nosso futebol de botão se diferenciava exatamente aí. No restante do país se jogava com botões de baquelite (assim chamávamos a liga de plástico). Comprados, geralmente, na 4 e 400, a loja de varejo que veio a ser depois a Lobrás. Os nossos, não. Todos os jogadores, com exceção do goleiro, eram feitos de caroço de tucumã.
Para quem não sabe, tucumã é um coquinho, fruto da palmeira do mesmo nome, muito comum em toda a Amazônia. Das palmas, os índios extraem a fibra de tucum, usada na confecção de redes de pescar e de dormir, e outros utensílios. Havia duas maneiras de se conseguir a matéria prima para fazer os nossos times: comprados no Mercadão, nas feiras, ou indo diretamente colher na selva. Preferíamos, a maioria, a segunda opção. Por vários motivos.
Primeiro: a farra que fazíamos na excursão, geralmente de bonde, em direção aos bairro de Flores, Campos Salles e, bem mais longe, o Tarumã. Pegávamos o bonde Alto de Nazaré que ia pela rua Joaquim Nabuco até a Estação Primeira do Boulevard; de lá, seguíamos no de Flores, até a última parada no bar Bom Futuro, onde hoje tem um posto de gasolina, em frente ao Clube Municipal. Depois seguíamos a pé. Dependendo da disposição e do horário, a excursão poderia ir até o Banho dos Sabbá (em frente onde hoje é a fábrica da Phillips na Zona Franca de Manaus) ou continuar até a Fazenda Brasil (Rodovia AM-10 no quilômetro 11), fazenda comprada por meu avô Maximino Corrêa, para abastecer a fábrica de cerveja da família de lenha e para plantar amoreira. O velho queria desenvolver um polo têxtil de seda.
Segundo: aproveitávamos não só para colher e escolher os melhores caroços - que se tornariam em nossos craques - mas também para passarinhar. Muitos levavam gaiolas com alçapões para pegar curiós. Outros, com seus rapichés de filó, se dirigiam para os igarapés para pescar peixinhos ornamentais. Ainda havia outra turma, que preferia o politicamente incorreto: caçar. Com suas espingardas, geralmente calibre 36, iam à procura de cotias, pacas, tatus, inambus, saracuras e pombas galegas.
De volta, com muita pavulagem pra contar, é que se dava início a confecção dos botões. As calçadas se transformavam em linhas de produção. Haja moleque para descascar e comer os tucumãs. Era farra misturada à algazarra. Barulheira igual, só no tempo das mangas, com a festa dos periquitos. Escolhíamos os maiores para as posições de beque. Geralmente de tucumã arara. Alguns preferiam o tucumã babão para seus atacantes. A escolha recaía em face da coloração branca do coquinho. Depois seguíamos para alguma oficina que tivesse torno e serra de ferro.
No corte é que estava o segredo. Para os jogadores da defesa, cortávamos um pouco acima da metade do caroço; para os atacantes, o corte era bem baixinho, e para os beques serrávamos só um pouco. O bastante para uma base firme. Feito isso, voltávamos às calçadas para a fase da ralação. Em que se tirava o excesso das fibras; depois era a vez da lixa grossa e da fina, preparação final para o acabamento: com cera de carnaúba ou com graxa de sapatos. O importante é que ficasse impecavelmente brilhando. Tanto o time principal quanto os jogadores reservas.
Só aí é que íamos confeccionar os goleiros e as bolas. Uma etapa que também aproveitávamos para matar dois coelhos de uma cajadada: o chumbo e as rodas de madeira para os carrinhos de rolemã, encontráveis só nas oficinas do O Jornal e do Jornal do Comércio, ambas na Eduardo Ribeiro. Comprávamos ou trocávamos, muitas vezes por gibis, as sobras de chumbo das linotipos e os calços de madeira dos rolos de papel, usadas depois como rodas dos carrinhos que desceriam as ladeiras mais íngremes em disputadas corridas.
Com o chumbo em cima, faltava agora derretê-lo e encher uma caixa de fósforos e, pronto. Lá estava o Castilho ou o Gilmar, prontos para adentrar o estádio (variava entre pátios com cimento liso ou nos porões, ou ainda em cima de mesas de ping-pong).As bolas eram feitas de rolhas de cortiça, cortadas e lixadas. O apronto final, dependia da escolha do pente. A marca Flamengo era imbatível. Em virtude de sua maleabilidade.
Organizavam-se torneios inter-ruas, inter-bairros ou inter-turmas. As meninas cuidavam das torcidas organizadas, os mais velhos ficavam com a tarefa de arranjar os troféus, organizar o calendário. E os campeonatos, às vezes, se estendiam por toda as férias. Ao escrever essas linhas me chegam todos os sons. Os sons que faziam a nossa alegria, os sons das comemorações de verdadeiros gols de placa: “É canja, é canja de galinha, não há nenhuma equipe, que aguente a nossa linha”.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

BAHIA E PENAROL DECIDIRÃO COPA DO BRASIL 2012

 
Em noite de muitas ausências, foi definido o segundo finalista da Copa do Brasil 2012, o Penarol, de Tarcízio Dinoá Junior, que levou a melhor sobre o Leônico, de José Ricardo Almeida. A vaga para a final foi conseguida na cobrança de pênaltis. No primeiro jogo, o Penarol venceu por 1 x 0. Veio o segundo e a vitória, desta vez, pelo mesmo placar, pertenceu ao Leônico. Com isso tornou-se obrigatória a definição da vaga através da cobrança de penalidades máximas. Na primeira série de cinco pênaltis, ambos acertaram os cinco. Nas cobranças alternadas, na segunda cobrança de cada um, o jogador do Leônico mandou a bola na trave e o do Penarol marcou, definindo o placar em 7 x 6 a favor do Penarol.
Na decisão do torneio o clube amazonense enfrentará o Bahia, de Eduardo Almeida, que na rodada desta terça-feira venceu o Santos, de Paulo Caruso, por WO (Caruso teve que viajar a serviço). Leônico e Santos decidirão o terceiro lugar.
Também não aconteceram os demais jogos que definiriam os clubes que disputarão do 5º ao 8º lugar, sendo marcados WO a favor dos vencedores: o Vitória, de Antônio Carlos Almeida (que ganhou do São Paulo, de Luiz Cláudio Caruso; que também está viajando a serviço), e o Bangu, de Paulo César Faria (seu adversário, o Tiradentes, de Adolpho Parente, não apareceu para jogar). Com isso, Vitória e Bangu decidirão o 5º lugar e São Paulo e Tiradentes o 7º.
Nos jogos que apontariam os clubes disputantes do 9º ao 12º lugar, só tivemos um confronto: Palmeiras, de Alcides Figueira Filho, e Flamengo, de Roberto Pessoa. Após duas vitórias (3 x 0 e 4 x 1), o Palmeiras qualificou-se para decidir o 9º lugar com o Vasco da Gama, de Antônio Carlos Pimentel (cujo adversário, o Araçatuba, de Marcelo Porto, não pôde comparecer). Flamengo x Araçatuba será o jogo em disputa do 11º lugar.
Nos jogos que apontarão as colocações do 13º ao 16º, também só tivemos um confronto: Atlético Paranaense, de Sérgio Motta, contra Legião, de Marcelo Vasques. Duas vitórias (1 x 0 e 2 x 1) do rubro-negro do Paraná o levaram a decidir o 13º lugar com o Serrano, de Bruno Machado, que não precisou jogar contra o América, de Rodrigo Caruso. Digão não compareceu. Assim, Atlético Paranaense e Serrano decidirão o 13º lugar e Legião x América definirá o 15º e o 16º lugares.
A fase final da Copa do Brasil está marcada para a próxima terça-feira, dia 24 de abril, a partir das 20 horas.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CONHECIDOS OS SEMIFINALISTAS DA COPA DO BRASIL


Encerrou-se na noite de ontem (17.04), a Segunda Fase da Copa do Brasil, com a realização de mais oito jogos em ida e volta e que serviram para apontar os confrontos da Terceira Fase, que serão realizados nesta quinta-feira (19.04).
Esclarecemos que o técnico Luiz Cláudio Caruso (São Paulo) não pôde comparecer devido a ter que viajar a serviço e perdeu os dois jogos por WO (2 x 0).

Estes foram os jogos de ida:

SÃO PAULO (Luiz Cláudio) 0 x 2 LEÔNICO (José Ricardo)
PENAROL (Tarcízio) 1 x 0 VITÓRIA (Antônio Carlos)
SANTOS (Caruso) 1 x 0 TIRADENTES (Adolpho)
BANGU (Paulo César) 1 x 3 BAHIA (Edu)
AMÉRICA (Digão) 0 x 2 PALMEIRAS (Alcides)
FLAMENGO (Roberto) 2 x 2 SERRANO (Bruno)
ARAÇATUBA (Marcelo Porto) 2 x 1 ATLÉTICO-PR (Motta)
LEGIÃO (Marcelo Vasques) 4 x 3 VASCO DA GAMA (Pimentel)

Já os jogos de volta foram estes:

LEÔNICO 2 x 0 SÃO PAULO
VITÓRIA 1 x 5 PENAROL
TIRADENTES 1 x 1 SANTOS
BAHIA 2 x 1 BANGU
PALMEIRAS 3 x 1 AMÉRICA
ATLÉTICO-PR 0 x 1 ARAÇATUBA
SERRANO 0 x 1 FLAMENGO
VASCO DA GAMA 4 x 1 LEGIÃO

Após estes resultados, os jogos das semifinais (em dois confrontos) são: Leônico x Penarol e Bahia x Santos. Os vencedores farão a final (também em dois jogos) na próxima terça-feira, dia 24.04. O técnico do Santos já avisou que não poderá comparecer para os jogos das semifinais, tendo em vista que viajará a serviço. Com isso, o Bahia já está garantido na final.
São Paulo x Vitória e Tiradentes x Bangu decidirão quais serão os classificados do 5º ao 8º lugar. Os vencedores disputarão o 5º lugar e os perdedores o 7º.
Os vencedores dos confrontos Palmeiras x Flamengo e Vasco da Gama x Araçatuba apontarão o 9º colocado e os perdedores destes encontros o 11º.
Já os clubes que levarem a melhor nos confrontos Serrano x América e Atlético Paranaense x Legião, decidirão o 13º lugar e os perdedores o 15º.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A REGRA É CLARA! O REBOTE DE UM PÊNALTI.



Essa discussão começou na terça-feira, dia 10 de abril, no Moisés, e se prolongou no churrasco de sábado último, 14 de abril, na AABB.
Eis a situação:
Pênalti marcado. O técnico favorecido pega o jogador nº 10, escolhe a melhor posição e pede para o goleiro do adversário ser colocado. Isto feito, o pênalti é cobrado e o goleiro defende, com a bola vindo a tocar novamente no nº 10. Pergunta: pode haver chute a gol novamente, por esse nº 10 ou por qualquer outro jogador de sua equipe?
Resposta: PODE!
Vamos ao que diz a Regra XIV, Pênalti:

Art. 102 – CONCEITO

É a punição para qualquer infração do Art. 85 (FALTA ou TOQUE), cometida dentro das áreas do campo de defesa do técnico infrator.

Art. 103 – CONDIÇÕES DE COBRANÇA

O PÊNALTI é cobrado do lugar correspondente (marca penal) e na sua execução nenhum outro jogador poderá estar a menos de 183 mm da bola ou dentro das áreas. O árbitro determinará aos técnicos que procedam as remoções necessárias, iniciando-se pelo técnico beneficiado. Cada técnico terá um tempo único de reflexão para executar todos os deslocamentos necessários. Todos os jogadores deverão ficar atrás da linha da bola.

§ 1º:       A cobrança do pênalti só poderá ser feita após a autorização do árbitro, que deverá verificar se o goleiro está com a sua base totalmente sobre a linha de gol;

§ 2º:       O arremesso pode ser direto ou não ao gol, a critério do beneficiado.

Art. 104 – DUPLO LANCE

O cobrador do pênalti estará subordinado às prescrições estabelecidas no Art. 97 destas regras.

E o que está dizendo o Art. 97?

Art. 97 – DUPLO LANCE

O técnico não poderá fazer um segundo lance com o jogador encarregado da cobrança de qualquer tiro livre direto até que a bola seja tocada ou venha a tocar em outro jogador.  Ao fazer um duplo lance, o técnico será punido com Tiro Livre Indireto (Art. 96), a ser cobrado do local em que se encontrava o jogador.

Esse exemplo é bastante parecido com o futebol de campo. Pensem na quantidade de gols marcados em rebote de pênalti, pelo cobrador ou por um companheiro seu que que está fora da grande área e aproveita esse rebote, chutando a bola e colocando-a para dentro do gol.

sábado, 14 de abril de 2012

MARQUINHO E LÉO NA AABB


Léo e Marquinho

Neste sábado, 14 de abril, tivemos a grata surpresa da presença, na AABB, de dois técnicos que andavam bastante sumidos das nossas mesas: Marcos André Mendes, o Marquinho, técnico do Gladiadores, e Leonardo Brandão, o Léo, técnico do Independente.
Começaram suas participações no torneio interno que uma das equipes da AABB promoverá visando sua preparação para o próximo Campeonato Brasileiro Interclubes, a ser realizado em Brasília (DF), no período de 28 de abril a 1º de maio do corrente ano.
Damos as boas vindas aos dois e torcemos para que continuem atuando após a realização do Brasileiro.

TARCÍZIO VENCE COPA PLANALTO


A Copa Planalto, quinta competição oficial da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa em 2012, terminou neste sábado, 14 de abril, com o Centenário, de Tarcízio Dinoá Junior, conquistando de forma brilhante o título de campeão.
Demonstrando o equilíbrio que reina no futebol de mesa brasiliense, Tarcízio tornou-se o quinto campeão diferente em igual número de torneios realizados em 2012. Antes dele, foram vencedores Adolpho, Antônio Carlos, Eduardo e José Ricardo.
A Segunda Fase da Copa Planalto, dividida em Ouro e Prata, apresentou as seguintes classificações finais de seus grupos:

OURO

F
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
CENTENÁRIO (Tarcízio)
3
3
0
0
5
0
5
9
JUVENTUS (Edu)
3
2
0
1
5
2
3
6
VERDÃO (Antônio Carlos)
3
0
1
2
2
4
-2
1
NAPOLI (Roberto)
3
0
1
2
3
9
-6
1










G
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
TRITURADOR (Luiz Cláudio)
3
2
1
0
16
5
11
7
ESTRELA SOLITÁRIA (J. Ricardo)
3
2
1
0
8
3
5
7
SANTOS (Caruso)
3
1
0
2
5
7
-2
3
VIDIGAL (Pimentel)
3
0
0
3
1
15
-14
0

PRATA

1
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
SERRANO (Bruno)
3
2
0
1
6
4
2
6
AMIGOS (Paulo César)
3
2
0
1
7
7
0
6
MENGOLE (Motta)
3
1
1
1
5
4
1
4
FLA-BARÇA (M. Vasques)
3
0
1
2
3
6
-3
1










2
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
CAVALO DE TRÓIA (Adolpho)
3
2
1
0
6
3
3
7
OSCAR (Alcides)
3
2
0
1
8
6
2
6
CORINTHIANS (Jan)
3
0
2
1
1
4
-3
2
LEÃO DO NORTE (Paulão)
3
0
1
2
2
4
-2
1

Assim, Tarcízio e Luiz Cláudio decidiram o torneio. Luiz Cláudio começou melhor e marcou 1 x 0. Ainda no primeiro tempo, Luiz Cláudio cedeu um lateral bobo, em sua defesa. Tarcízio empatou.
No segundo tempo, em outro lateral cedido, desta vez em seu ataque, Tarcízio lançou muito bem a bola para próximo da grande área de Luiz Cláudio, que não tinha muito o que fazer. Assim saiu o segundo gol de Tarcízio.
O terceiro gol de Tarcízio aconteceu após Luiz Cláudio tirar uma bola bastante complicada numa jogada armada por Tarcízio próximo de sua grande área. Para seu azar, a bola entrou em seu gol: 3 x 1.
No desespero de Luiz Cláudio, que cedeu outro lateral em sua defesa, saiu o quarto gol de Tarcízio. Placar final: Centenário 4 x 1 Triturador.
Na disputa do 3º lugar, de comum acordo, Eduardo e José Ricardo resolveram decidir a melhor colocação nos pênaltis à distância, ou seja, bola na marca do pênalti de uma área e o cobrador na outra grande área. Resultado final: 5 x 4 a favor de Eduardo.
Caruso marcou 2 x 0 em Antônio Carlos e ficou com a quinta colocação.
Na disputa pelo sétimo lugar, Roberto venceu Pimentel por 4 x 2.
Já a decisão da Taça de Prata, entre os primeiros colocados de cada grupo, o Cavalo de Tróia, de Adolpho, atropelou o Serrano, de Bruno, por 7 x 1, e ficou com a nona colocação.
Paulo César marcou 1 x 0 em Alcides em ficou com a 11ª posição.
Motta ficou com a 13ª colocação ao vencer Jan por 2 x 0.
Na disputa do 15º lugar, Marcelo Vasques teve que se ausentar e perdeu seu jogo para Paulão, por WO.
Assim ficou a classificação final da Copa Planalto 2012:

CF
CLUBES (Técnicos)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
CENTENÁRIO (Tarcízio)
6
5
1
0
12
3
9
16
TRITURADOR (Luiz Cláudio)
6
3
2
1
21
11
10
11
JUVENTUS (Edu)
7
4
2
1
11
3
8
14
ESTRELA SOLITÁRIA (J. Ricardo)
7
5
2
0
15
5
10
17
SANTOS (Caruso)
7
3
2
2
11
8
3
11
VERDÃO (Antônio Carlos)
6
2
1
3
9
6
3
7
NAPOLI (Roberto)
6
2
2
2
11
14
-3
8
VIDIGAL (Pimentel)
7
2
0
5
8
22
-14
6
CAVALO DE TRÓIA (Adolpho)
7
3
3
1
17
10
7
12
10º
SERRANO (Bruno)
7
2
0
5
7
18
-11
6
11º
AMIGOS (Paulo César)
6
3
1
2
10
12
-2
10
12º
OSCAR (Alcides)
6
2
0
4
9
10
-1
6
13º
MENGOLE (Motta)
6
2
2
2
9
10
-1
8
14º
CORINTHIANS (Jan)
7
1
2
4
6
11
-5
5
15º
LEÃO DO NORTE (Paulão)
6
2
2
2
6
5
1
8
16º
FLA-BARÇA (M. Vasques)
6
0
1
5
4
12
-8
1
17º
MENINOS DA VILA (Digão)
3
0
1
2
2
8
-6
1