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quarta-feira, 7 de junho de 2023

OS CRAQUES DA SELEÇÃO BRASILIENSE - 1982





Em 1982, José Ricardo Almeida, Diretor-Técnico da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, editava o boletim informativo especializado em futebol de mesa de nome K ENTRE NÓS.
Com o intuito de sempre procurar incentivar os técnicos do Distrito Federal, ele realizava algumas promoções, geralmente no final do ano, para apontar, por exemplo, o “Técnico do Ano”.
Outra promoção que fazia era eleger a seleção brasiliense de futebol de mesa. Era um levantamento pessoal, geralmente baseado nas diversas seleções dos torneios e campeonatos disputados durante o ano. Essas seleções eram sempre formadas com base na quantidade de gols que cada jogador marcava em sua “posição” (no caso o número) e também nos goleiros menos vazados.
Como eram muitos torneios durante o ano, o K ENTRE NÓS escolhia três jogadores por posição, do goleiro ao ponta-esquerda.
Acompanhem a matéria publicada na edição nº 22, de dezembro de 1982:
“Se existisse a possibilidade de os botões vestirem a mesma camisa, numa espécie de convocação para representar sua Federação numa competição entre seleções estaduais, qual seria a Seleção Brasiliense de Futebol de Mesa de 1982?
Na opinião de José Ricardo Almeida, editor do K ENTRE NÓS e Diretor-Técnico da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, estes foram os melhores botões de Brasília no ano de 1982:
GOLEIROS: Janvion (Cigarrets), Dino Zoff (Squadra Azzurra) e Emil Zatopek (Bola Preta);
LATERAIS-DIREITO: César (Vidigal), Humberto (Lago Sul) e Wagner (All Stars);
ZAGUEIROS-CENTRAIS: Wright (Arsenal), Scirea (Squadra Azzurra) e Chivas Regal (Mengole);
QUARTOS-ZAGUEIROS: William (Everton), Pezzey (Eldorado) e Amaral (Bugre);
LATERAIS-ESQUERDO: Almeida (Bugre), Bacamarte (Ômega) e Aramis (Fiel Royale);
MÉDIOS-VOLANTES: Verdi (All Stars), Dequinha (Dragão Negro) e Falcão (Internacional);
MEIAS-DIREITA: Somalium (Dragão Negro), Carrasco (Demoníacos) e Bellatrix (Estrela Solitária);
MEIAS-ESQUERDA: Vega (Estrela Solitária), Pita (Santos) e White Horse (Mengole);
PONTEIROS-DIREITO: Julinho (Verdão), Amphora (Signus) e Tita (Bola Preta);
PONTAS-DE-LANÇA: Makonha (Cigarrets), Servílio (Verdão) e Krankl (Eldorado);
PONTEIROS-ESQUERDO: Pollux (Estrela Solitária), Magnum (Ômega) e Drake (Fiel Royale).
O centro-avante do Cigarrets, Makonha, foi considerado o “Craque do Ano”, por ter sido artilheiro de todos os torneios de que participou.

segunda-feira, 27 de março de 2023

RECORDAR É VIVER: como surgiu a Regra dos 3 Toques


A ideia de se criar uma regra que fosse a simbiose de todas as existentes no Brasil, começou a se concretizar na noite de 21 de julho de 1978, no Rio de Janeiro, durante as finais de um torneio realizado na sede da Rio Futebol de Mesa. Estavam presentes alguns dirigentes da Rio, entre eles Jayme Leal Cruz e João Paulo Mury, e Jorge Sadyl Savaget, dirigente da Associação Carioca de Futebol de Botão-ACFB. Os três conversavam sobre o futuro do futebol de mesa e como seria interessante criar meios de organizar todos os praticantes do Rio de Janeiro numa só entidade.
Partiram de imediato ao trabalho, entrando em contato com todas as associações conhecidas. A ideia foi muito bem recebida por João Ignácio Müller, presidente da Associação Ipanemense que, por sua vez, apresentou ao grupo Geraldo Oliveira, grande entusiasta e presidente da Júlio de Castilhos. Odoswaldo Dias, diretor da Rio, apresentou Avelino Farias, dirigente do G. E. XIV de Dezembro, e partiram para o Vasco da Gama, onde foram assistir a um torneio infanto-juvenil.
No contato com seus dirigentes, foi proposta a criação de um departamento de futebol de mesa em São Januário. Mury, Jayme Leal e Odoswaldo tomaram as devidas providências e levaram uma mesa de tamanho oficial para o clube cruzmaltino. José Ricardo Lage se propôs a dirigir o departamento.
A ideia da criação da Federação era cada vez mais forte e em 17 de outubro de 1978 era fundada a Federação de Futebol de Mesa do Estado do Rio de Janeiro - FEFUMERJ.
Como não poderia deixar de ser, com a fundação da Federação, surgiu o primeiro e grande problema a resolver: qual seria a regra oficial adotada pelas entidades, se todos os presentes jogavam com regras diferentes? Resolveu-se formar uma comissão composta de um representante de cada clube fundador, que trabalharia com o propósito de elaborar uma regra que atendesse a todas as tendências ali reunidas. Fizeram parte desta comissão: João Ignácio Müller, Tued Malta, Roberto Neves da Rocha, Jorge Sadyl Savaget, José Ricardo Lage, Avelino Farias e João Paulo Mury. Foi feito um acordo para desarmar os espíritos e para que cada um dos membros procurasse entender os princípios dos outros, pois era evidente, todos achavam que jogavam na melhor regra. A diversificação era grande: o Vasco da Gama e a XIV de Dezembro jogavam no chamado "leva-leva"; a Júlio de Castilhos nos "três toques por botão"; a Ipanemense, na regra do bloqueio; a Rio e a ACFB, na de um só toque por técnico, sendo permitido mais um toque, se o técnico conseguisse o passe.
O trabalho começou e aconteceram vários torneios nas diferentes regras, patrocinados pela Federação, para uma adaptação de todos. No início de 1979, a comissão passou a ter a valiosa colaboração de Hélio Nogueira, vencedor de diversos torneios na regra de um toque, com disco.
No intuito de chegar ao equilíbrio, reuniões se sucederam, torneios interclubes foram efetuados e, finalmente, após dez meses, chegou-se ao esboço da regra e foi marcado o primeiro Campeonato Estadual.
Logo depois, em Brasília, Márcio Da Rós levou para o Clube de Botões do CEUB e entregou a Sérgio Netto uma reportagem do Jornal dos Sports, com João Paulo Mury, presidente da FEFUMERJ.
Novos horizontes começavam a surgir. As correspondências e os telefonemas foram aparecendo pouco a pouco. Receberam bolas, botões e as regras que estavam sendo jogadas no Rio de Janeiro.
Ao pessoal do CEUB se juntaram João Resende e José Ricardo Almeida, botonistas do clube de futebol de mesa da UDF.
Não demorou para ser marcado o Torneio Rio-Brasília, nos dias 1, 2 e 3 de novembro de 1979, em Brasília, período em que também aconteceu a fundação da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa. Com a criação da Federação, conseguiu-se acabar com um antigo problema: a regra utilizada. No CEUB jogava-se uma adaptação da “regra paulista” (hoje, 12 toques) e na UDF na “regra baiana”, um toque. A Federação uniformizou a regra de tal forma que conseguiu atender às necessidades de todos os praticantes.
A assistência ao encontro entre cariocas e brasilienses foi muito grande e dela faziam parte alguns interessados em criarem os seus clubes, já utilizando as novas regras, tais como Gaspar Vianna (Telestar), Paulo Sérgio Nader (Serrano) e o renascimento da Associação de Futebol de Mesa de Brasília, de Walter Morgado.

Os técnicos participantes do Torneio Rio-Brasília verificaram a necessidade de ser criada uma organização a nível nacional, que padronizasse os diversos tipos de regras. A ideia de se estabelecer uma Confederação Brasileira foi pela primeira vez discutida durante a competição na Capital Federal. Naquela ocasião, ficou decidido que seria redigida uma regra única para ser seguida pelos representantes das duas Unidades Federadas.
Em 31 de janeiro de 1980, durante o Congresso Técnico do I Campeonato Brasileiro Individual, realizado no Rio de Janeiro, representantes dos Estados do Amazonas, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo criaram a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa, primeira entidade desportiva nacional a tratar dos interesses do futebol de mesa praticado com bola de feltro. Foi eleito para presidir a entidade, João Paulo Mury, com larga experiência à frente de uma atuante e organizada federação de futebol de mesa, a do Rio de Janeiro. Os demais integrantes da primeira diretoria foram: Vice-Presidentes Regionais: Hélio Nogueira (Rio de Janeiro) e Sérgio Netto (Brasília); Diretor Técnico e Diretor de Relações Públicas: José Ricardo Almeida (Brasília); Secretário: Orlando Campos Jr. (Rio de Janeiro); Delegados Regionais: Josué Gouvêa (Minas Gerais) e José Carlos Mattos de Castro (Amazonas) e Assessor Jurídico: Gaspar Vianna (Brasília).
Na mesma oportunidade, os representantes trabalharam naquilo que seria o esboço das regras oficiais e dos estatutos especiais para o futebol de mesa. Era constituída por 17 capítulos, divididos em 138 artigos.
Retornando ao Amazonas, José Carlos Mattos de Castro e seu amigo João Martins de Paula fundaram, em 21 de setembro de 1980, a Associação Galaxia Jocamar, responsável pela padronização das muitas regras do futebol de botões em Manaus. Era o terceiro Estado a adotar a regra de três toques.
A definitiva padronização das regras aconteceu com a realização, em Brasília, de 5 a 8 de fevereiro de 1981, do I Campeonato Brasileiro Interclubes de Futebol de Mesa. No 2º Congresso Técnico, em 5 de fevereiro de 1981, as regras sofreram as primeiras alterações. Dentre outros, esteve presente ao certame Galba Novaes, que levou suas expectativas para Belo Horizonte.
A regra de três toques continuava sua expansão, chegando a Minas Gerais, também alcançando outro grande centro do futebol de mesa brasileiro. Uma delegação formada por João Paulo Mury e Orlando Campos Junior, do Rio de Janeiro, e Sérgio Netto, José Ricardo Almeida e Irapuan Padilha, de Brasília, compareceu a Juiz de Fora, no início do mês de junho de 1981, com a finalidade de demonstrar a prática do futebol de mesa confederado. Os contatos na Manchester mineira foram os irmãos Arany e Gilson Nogueira de Almeida.
Ainda na gestão de João Paulo Mury, mais precisamente no mês de junho de 1982, foram impressos os primeiros exemplares das Regras Oficiais do Futebol de Mesa. O livro tinha a capa desenhada por Ricardo Rocha, ilustrações de Sérgio Netto e Jorge Savaget e a redação de Gaspar Vianna. O grupo de pessoas interessadas em aprimorar a regra passou a contar, a partir desse ano, com a importante presença de Benjamin Abaliac, de Belo Horizonte.
Por ser uma preocupação constante a busca do aperfeiçoamento das regras oficiais é que a Confederação Brasileira de Futebol de Mesa criou, durante o III Campeonato Brasileiro Interclubes, de 12 a 16 de janeiro de 1983, em Juiz de Fora, o TRINAR - Tribunal Nacional de Regras, composto por 15 membros, a saber: João Paulo Mury, Jorge Savaget, José Pires Neto, Roberto Neves da Rocha e Tued Malta, do Rio de Janeiro, Álvaro Sampaio, Gaspar Vianna, José Ricardo Almeida e Sérgio Netto, de Brasília, Benjamin Abaliac, de Belo Horizonte, Gilson Nogueira, de Juiz de Fora, Florival Nucci, de São José dos Campos (SP), José Carlos Mattos, de Manaus (AM), Valter Silva, de Florianópolis (SC), e Paulo Freitas, de Santo Antônio da Platina (PR). Decidiu-se que as alterações somente aconteceriam nos anos pares; nos ímpares, seriam recebidas sugestões dos clubes e colocadas para apreciação.
As primeiras alterações sob o crivo do TRINAR aconteceram em 10 de abril de 1984, em Brasília.
Em reunião de 24 de maio de 1986, em Juiz de Fora, aconteceu a extinção do TRINAR e a criação do Conselho Nacional de Regras, composto por três membros: Benjamin Abaliac (Belo Horizonte-MG), João Paulo Mury (Rio de Janeiro-RJ) e José Ricardo Almeida (Brasília-DF).
Novas mudanças nas regras foram aprovadas em 16 de abril de 1987, no Rio de Janeiro.
Uma grande vitória foi conseguida no final de 1988. A Resolução nº 14, de 29 de dezembro de 1988, do Conselho Nacional de Desportos, reconhecia o futebol de mesa como modalidade esportiva e a regra de três toques como sendo uma das três mais praticadas no Brasil, juntamente com a baiana e a paulista.
Em 1989, o Conselho Nacional de Regras sofreu uma alteração: a exclusão de João Paulo Mury, por motivo de seu afastamento para cuidar de afazeres particulares, e o aumento de membros titulares de três para cinco. Assim, juntaram-se aos antigos titulares, Benjamin Abaliac e José Ricardo Almeida, Álvaro Sampaio (Brasília-DF), José Fontoura Dutra Jr. (Tubarão-SC) e Márcio Henrique Lopes Reis (Juiz de Fora-MG).
Essa equipe, que sofreu uma pequena alteração, a entrada de Astyages Brasil no lugar de José Fontoura Dutra Jr., integrou o Conselho por um longo período.
A CBFM - Modalidade Três Toques está sempre estudando maneiras para que o jogo ganhe dinamismo, facilite a atuação do árbitro e, também, fique mais fácil para ser aprendido pelos iniciantes.

 

sábado, 18 de março de 2017

OS CRAQUES DA SELEÇÃO BRASILIENSE DE FUTEBOL DE MESA


Em 1982, José Ricardo Almeida, Diretor-Técnico da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, editava o boletim informativo especializado em futebol de mesa de nome K ENTRE NÓS.
Com o intuito de sempre procurar incentivar os técnicos do Distrito Federal, ele realizava algumas promoções, geralmente no final do ano, para apontar, por exemplo, o “Técnico do Ano”.
Outra promoção que fazia era eleger a seleção brasiliense de futebol de mesa. Era um levantamento pessoal, geralmente baseado nas diversas seleções dos torneios e campeonatos disputados durante o ano. Essas seleções eram sempre formadas com base na quantidade de gols que cada jogador marcava em sua “posição” (no caso o número) e também nos goleiros menos vazados.
Como eram muitos torneios durante o ano, o K ENTRE NÓS escolhia três jogadores por posição, do goleiro ao ponta-esquerda.
Acompanhem a matéria publicada na edição nº 22, de dezembro de 1982: 

“Se existisse a possibilidade de os botões vestirem a mesma camisa, numa espécie de convocação para representar sua Federação numa competição entre seleções estaduais, qual seria a Seleção Brasiliense de Futebol de Mesa de 1982?
Na opinião de José Ricardo Almeida, editor do K ENTRE NÓS e Diretor-Técnico da Federação Brasiliense de Futebol de Mesa, estes foram os melhores botões de Brasília no ano de 1982:
GOLEIROS: Janvion (Cigarrets), Dino Zoff (Squadra Azzurra) e Emil Zatopek (Bola Preta);

LATERAIS-DIREITO: César (Vidigal), Humberto (Lago Sul) e Wagner (All Stars);
ZAGUEIROS-CENTRAIS: Wright (Arsenal), Scirea (Squadra Azzurra) e Chivas Regal (Mengole);
QUARTOS-ZAGUEIROS: William (Everton), Pezzey (Eldorado) e Amaral (Bugre);
LATERAIS-ESQUERDO: Almeida (Bugre), Bacamarte (Ômega) e Aramis (Fiel Royale);
MÉDIOS-VOLANTES: Verdi (All Stars), Dequinha (Dragão Negro) e Falcão (Internacional);
MEIAS-DIREITA: Somalium (Dragão Negro), Carrasco (Demoníacos) e Bellatrix (Estrela Solitária);
MEIAS-ESQUERDA: Vega (Estrela Solitária), Pita (Santos) e White Horse (Mengole);

PONTEIROS-DIREITO: Julinho (Verdão), Amphora (Signus) e Tita (Bola Preta);
PONTAS-DE-LANÇA: Makonha (Cigarrets), Servílio (Verdão) e Krankl (Eldorado);
PONTEIROS-ESQUERDO: Pollux (Estrela Solitária), Magnum (Ômega) e Drake (Fiel Royale).
O centro-avante do Cigarrets, Makonha, foi considerado o “Craque do Ano”, por ter sido artilheiro de todos os torneios de que participou.

E nos dias de hoje, qual seria a seleção brasiliense de futebol de mesa???

terça-feira, 30 de julho de 2013

HISTÓRIA DA TAÇA BRASÍLIA DE FUTEBOL DE MESA – Capítulo II


Prosseguindo com a série de levantamentos estatísticos da Taça Brasília de Futebol de Mesa, apresentamos uma resenha do que foi estes 27 anos de disputa.


 
ANO
EDIÇÃO
TÉCNICOS PARTICIPANTES
JOGOS REALIZADOS
GOLS ASSINALADOS
MÉDIA DE GOLS POR JOGO
1980
I
29
104
265
2,55
1982
II
36
105
212
2,02
1983
III
28
84
284
3,38
1985
IV
36
81
296
3,65
1987
V
24
538
1.950
3,62
1988
VI
16
133
555
4,17
1989
VII
24
199
726
3,65
1990
VIII
24
198
554
2,80
1991
IX
36
252
845
3,35
1993
X
18
216
582
2,69
1994
XI
17
184
502
2,73
1995
XII
10
91
255
2,80
1997
XIII
10
91
284
3,12
1999
XIV
14
136
424
3,12
2000
XV
11
112
390
3,48
2001
XVI
22
176
710
4,03
2002
XVII
16
120
377
3,14
2003
XVIII
20
235
694
2,95
2004
XIX
14
117
322
2,75
2005
XX
16
225
539
2,40
2006
XXI
10
93
292
3,14
2007
XXII
12
134
362
2,70
2008
XXIII
12
135
358
2,65
2009
XXIV
12
132
278
2,11
2010
XXV
14
150
485
3,23
2011
XXVI
14
98
299
3,05
2012
XXVII
16
238
778
3,27


 

segunda-feira, 29 de julho de 2013

RANKING HISTÓRICO DA TAÇA BRASÍLIA DE FUTEBOL DE MESA – 1980 a 2012

 
 
Na próxima semana, mais precisamente no dia 6 de agosto de 2013, estaremos dando início a mais uma Taça Brasília de Futebol de Mesa, nossa mais importante competição individual de todos os anos.
Com algumas falhas por esse caminho (não foi realizada nos anos de 1981, 1984, 1986, 1992, 1996 e 1998), esta será a 28ª edição.
Durante os próximos dias, até o início da Taça Brasília, estaremos por aqui divulgando as mais variadas estatísticas relacionadas a essa competição.
Estamos começando com o Ranking Histórico, de 1980 (primeira edição) até 2012 (27ª).
 
C
TÉCNICOS
CD (*)
J
V
E
D
GF
GC
SG
PG
1º
PAULO CÉSAR FARIA
25
553
325
118
110
1.208
675
533
962
2º
JOSÉ RICARDO ALMEIDA
21
477
316
102
59
1.062
404
658
895
3º
ANTÔNIO CARLOS ALMEIDA
20
426
228
83
115
810
509
301
682
4º
JAN BUARQUE
20
411
223
86
102
849
486
363
668
5º
SÉRGIO MOTTA
25
515
208
124
183
829
812
17
651
6º
TARCÍZIO DINOÁ JUNIOR
12
268
153
50
65
598
326
272
509
7º
EDUARDO ALMEIDA
19
356
168
75
113
566
434
132
507
8º
MAURO MOURA
17
339
124
70
145
477
552
-75
390
9º
RODRIGO CARUSO (Digão)
15
278
106
56
116
359
390
-31
368
10º
ÁLVARO SAMPAIO
15
271
105
67
99
436
421
15
304
11º
PAULO CARUSO
9
193
118
31
44
453
261
192
301
12º
LUIZ CLÁUDIO CARUSO
11
205
74
43
88
315
302
13
264
13º
EINSTEIN MARTINS
10
205
71
38
96
283
344
-61
241
14º
ANTÔNIO CARLOS PIMENTEL
16
280
76
38
166
373
580
-207
213
15º
LOURIVAL COUTO
8
171
74
44
53
277
232
45
196
16º
MARCELO MOTTA
6
126
57
22
47
238
168
70
193
17º
ROBERTO PESSOA
16
290
57
38
195
302
781
-479
190
18º
MIGUEL SOUSA
8
153
64
36
53
230
226
4
178
19º
ADOLPHO PARENTE
5
106
43
27
36
142
133
9
156
20º
WALTER MORGADO
7
107
67
15
25
224
108
116
149
21º
RICARDO MOTTA
5
96
41
12
43
150
149
1
135
22º
DAVID MALCHER
8
162
46
31
85
197
317
-120
123
23º
JOSÉ CARLOS LIBÓRIO
7
119
49
24
46
196
191
5
122
24º
ALCIDES FIGUEIRA FILHO
3
66
36
14
16
126
83
43
122
25º
LUCIANO SAMPAIO
6
107
38
19
50
145
168
-23
121
26º
WALBER SALAZAR
6
130
45
25
60
183
231
-48
115
27º
AILSON BRITES (Jucão)
3
52
26
10
16
88
68
20
88
28º
JOÃO REZENDE
5
88
32
16
40
115
138
-23
80
29º
PAULO MÁRCIO
4
77
22
14
41
84
133
-49
80
30º
INIMÁ VALENTE JUNIOR
5
92
19
15
58
81
169
-88
72
31º
MARCELO SILVA
5
55
26
9
20
80
67
13
71
32º
MARCELO FERREIRA
2
43
18
9
16
69
72
-3
63
33º
GILVAN PÁDUA
4
64
24
11
29
90
107
-17
59
34º
ANTÔNIO CARLOS MORGADO
4
52
25
8
19
99
89
10
58
35º
JOSÉ NETO
4
53
21
11
21
81
65
16
57
36º
PAULO ROBERTO HOLANDA
4
85
15
12
58
44
124
-80
57
37º
JEAN BUARQUE JUNIOR
4
49
23
9
17
71
60
11
55
38º
DILSON MEDEIROS
3
73
20
14
39
119
208
-89
54
39º
PAULO NADER
5
52
20
12
20
97
101
-4
52
40º
JOSÉ CARLOS
2
61
21
9
31
97
124
-27
51
41º
JOSÉ ROBERTO CALAÇA
2
33
21
4
8
73
42
31
46
42º
SÉRGIO GUSMÃO
4
49
18
10
21
76
82
-6
46
43º
CÍCERO BARROS
5
85
17
12
56
67
197
-130
46
44º
ALMIR RIBEIRO
3
38
20
4
14
76
56
20
44
45º
ANTÔNIO CARLOS MARCELLO
4
82
20
4
58
66
184
-118
44
46º
MARCELO PORTO
3
64
11
9
44
59
126
-67
42
47º
SÉRGIO RICARDO
2
37
10
7
20
36
69
-33
37
48º
BRUNO MACHADO
1
30
10
4
16
43
56
-13
34
49º
EDUARDO FARIAS
2
50
14
5
31
53
125
-72
33
50º
JOSÉ PAULO NETO
3
44
10
3
31
29
98
-69
33
51º
FLÁVIO GUIMARÃES
1
47
13
6
28
38
91
-53
32
52º
WILLIAM DIAS
4
28
11
10
7
40
40
0
32
53º
ERMÂNIO FARIAS
3
43
12
4
27
44
78
-34
29
54º
MARCOS MENDES
1
22
8
5
9
31
35
-4
29
55º
MARCELO BONFIM
4
37
12
4
21
33
51
-18
28
56º
SÉRGIO BURNIER
1
24
11
4
9
35
27
8
26
57º
AÉCIO ANDRADE 
1
24
9
8
7
29
39
-10
26
58º
JOAQUIM SANTANA
3
47
7
4
36
19
156
-137
25
59º
MARCOS CAETANO
4
58
5
8
45
25
130
-105
23
60º
ÁLVARO AZEVEDO
2
18
7
2
9
28
26
2
16
61º
GILBERTO MOURA
3
23
6
4
13
20
42
-22
16
62º
CARLOS
1
15
5
1
9
11
27
-16
16
63º
MARCELO VASQUES
1
30
5
1
24
17
76
-59
16
64º
GENILSON PÁDUA
3
24
7
1
16
30
73
-43
15
65º
VICENTE PARISI
1
11
6
3
2
16
10
6
15
66º
MÁRCIO PARENTE
3
15
4
7
4
22
19
3
15
67º
CARLOS ALBERTO VARGAS
2
19
6
2
11
19
50
-31
14
68º
ROBERVAL DE PAULA
3
14
6
1
7
16
14
2
13
69º
RONALDO LARROSSA
1
20
3
4
13
20
48
-28
13
70º
SINVAL GUSMÃO
2
13
5
2
6
23
21
2
12
71º
RONALDO SILVA
1
11
5
2
4
13
14
-1
12
72º
PAULO SOUZA
2
12
4
3
5
7
12
-5
11
73º
VALTER SOUZA
3
24
4
3
17
23
42
-19
11
74º
ADMILSON LEITE
2
14
3
4
7
14
20
-6
10
75º
RUBENS MURGA
1
11
3
3
5
8
11
-3
9
76º
LUÍS DOMÊNICO
1
11
3
3
5
11
21
-10
9
77º
PEDRO THUIN
1
13
3
0
10
8
32
-24
9
78º
GASPAR VIANNA
1
11
3
2
6
8
7
1
8
79º
DOMINGOS PEREIRA NETTO
1
6
2
2
2
6
10
-4
8
80º
FERNANDO AZEVEDO
1
6
3
1
2
8
6
2
7
81º
FRANCISCO RÉGIO
1
8
3
1
4
15
17
-2
7
82º
CARLOS GILBERTO
2
9
1
5
3
9
11
-2
7
83º
LUCIANO CHEBERLE
1
29
1
4
24
3
51
-48
7
84º
DÊNIS MOREIRA
2
8
3
0
5
14
21
-7
6
85º
NEWTON MARCOS
1
6
2
2
2
6
5
1
6
86º
ANTÔNIO PAULO VOGEL
1
15
2
0
13
5
23
-18
6
87º
SAN TIAGO GUSMÃO
3
9
1
4
4
11
18
-7
6
88º
GLAURO TORRES
1
6
2
1
3
5
4
1
5
89º
HERÁCLITO BARRETO
1
6
2
1
3
5
8
-3
5
90º
JOAQUIM PARENTE
1
8
2
1
5
5
31
-26
5
91º
ORLY URACH
2
6
1
3
2
4
7
-3
5
92º
MAURÍCIO CAVALCANTE
1
4
2
0
2
2
2
0
4
93º
VICTOR KNAPP
1
4
2
0
2
2
4
-2
4
94º
PAULO REIS
1
5
2
0
3
6
8
-2
4
95º
ANDERSON CÉSAR
1
5
2
0
3
10
14
-4
4
96º
ÊNIO ROCHA
2
6
1
2
3
7
9
-2
4
97º
JORGE DIAS
1
3
1
1
1
1
2
-1
3
98º
ROSSINI NASCIMENTO
1
5
1
1
3
7
10
-3
3
99º
IVAN LEMOS
1
6
1
1
4
6
14
-8
3
100º
ANTÔNIO CARLOS BATISTA
2
9
1
1
7
5
15
-10
3
101º
ROBERTO FARIAS
1
3
1
0
2
3
6
-3
2
102º
RENATO RIBEIRO
1
3
1
0
2
3
7
-4
2
103º
MARCO OLIVEIRA
1
4
1
0
3
5
11
-6
2
104º
EROL LUIZ
1
4
1
0
3
1
13
-12
2
105º
LUIZ GOMES
3
14
1
0
13
5
27
-22
2
106º
MILTON MORAES
1
3
0
2
1
4
6
-2
2
107º
JAIME FARTOLINO
1
3
0
2
1
3
8
-5
2
108º
GUAIRACÁ NUNES
1
4
0
0
4
4
7
-3
0
109º
AGRÍCIO BRAGA FILHO
1
4
0
0
4
0
4
-4
0
110º
ADINALINO REIS
1
3
0
0
3
1
6
-5
0
111º
NILTON LOPES
1
3
0
0
3
0
6
-6
0
112º
WAGNER ALBERTO
1
3
0
0
3
0
6
-6
0
113º
SÉRGIO NETTO
1
3
0
0
3
1
8
-7
0
114º
LUIZ CARLOS BEZERRA
1
3
0
0
3
2
10
-8
0
115º
ERIVALDO FELIPE
1
4
0
0
4
5
15
-10
0
116º
DANILO
1
8
0
0
8
0
16
-16
0
117º
CRISTIANO SILVA
1
8
0
0
8
0
16
-16
0
118º
NERALDO
1
10
0
0
10
4
25
-21
0
119º
RICARDO RONY
1
19
0
0
19
3
34
-31
0
120º
ILÍDIO SOARES
2
22
0
0
22
3
42
-39
0
(*) CD = Campeonatos Disputados